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Na Estrada
Noite, folclore e ainda mais belezas
Autor: Rossana Boccia
A noite de Jacobina fica por conta da boa e velha pracinha do interior, é a Praça da Missão onde se pode provar alguns petiscos típicos como a carne de sol com aipim, ou para os mais exóticos vale provar a tradicional buchada de bode. Depois da meia-noite a diversão passa para O Coliseu, a boate da cidade que atrai pessoas de toda a redondeza. Outra festa animada da cidade, com data móvel, é a Micareta, o carnaval fora de época que se originou por lá e se espalhou por todo o Brasil.
O folclore também marca presença em Jacobina com a Marujada,uma dramatização dos feitos náuticos: lutas, conquistas e tragédias portuguesas , cantadas e representadas por homens vestidos de marujos que saem`as ruas nas comemorações religiosas.
O caminho das flores
Pode-se dizer que Jacobina é o portão de entrada para todas as maravilhas da Chapada Norte. A 45 km da cidade, já pertencente ao município de Saúde, fica a Cachoeira dos Payayás, uma homenagem aos antigos índios moradores de toda aquela área, uma das mais belas da região, com 40m. e um espelho d’água de fazer inveja a qualquer piscina.
No sentido oposto à Saúde, está Miguel Calmon, onde também foi criado recentemente o Parque Estadual das Sete Passagens na serra de mesmo nome. As trilhas em meio a sempre-vivas, canelas-de-ema, orquídeas e bromélias que colorem a serra, levam a cachoeiras como a do Coração, do Sinvaldo e mais seis ainda em exploração.
O oásis da caatinga
Já nos fazendo lembrar que estamos em pleno Polígono das Secas, Ourolandia, a cidade do famoso mármore Beje-Bahia só encontrado lá, tem seus segredos escondidos na caatinga ou melhor, embaixo dela.
É o caso do Poço Verde, um verdadeiro oásis no meio do deserto. Ninguém sabe exatamente sua profundidade (já se chegou aos 120m e não se encontrou o fim) tem águas verdes claras com uma visibilidade incrível.
Ainda não acabou! Na próxima e última página, tudo o que você precisa saber para visitar Jacobina (BA)
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